Tozé Brito, outra vez
– É assim tão perigoso?
– Muito. A margem de lucro deste negócio ilegal, de pirataria, que mais não é do que roubo de propriedade intelectual, chega aos 800 por cento. É o negócio mais rentável do Mundo neste momento. Muito superior ao tráfico de droga, de armas, de carne branca… e qual é a moldura penal para isto? Três anos de prisão, se for apanhado.
– É uma crítica à Justiça?
– O crime organizado está por trás de toda a pirataria, de discos, filmes e tudo o que é direito de autor. E atrás do crime organizado vem o terrorismo, as grandes organizações de que se fala todos os dias. O atentado do 11 de Março em Madrid foi financiado com capitais que vieram da pirataria da música e dos filmes.
Depois de ter apelado ao terrorismo de estado, há alguns meses atrás, Tozé Brito, actual presidente da Universal Portugal, continua-se a mostrar desesperado.
Numa recente entrevista ao Correio da Manhã, Tozé Brito deu as respostas supracitadas. Continuando a espalhar ignorância, mas a mudar claramente de discurso. Já tentei ler e reler para descobrir algum nexo, mas está complicado, sinceramente acho que o mais provável foi ele ter-se esquecido que está em Portugal.
Tozé, um último apelo, manda-me um bocadinho disso que andas a fumar, é forte!
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Apenas um comentário a “Tozé Brito, outra vez”
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Queres matar um Espanhol, grava um cd pirateado.
Eu tenho testemunhas de que existe uma organização de étnia cigana que vende DVD’s na feira que está por detrás de algumas mortes em determinados atentados.